Retângulo de cantos arredondados: JEEP CLUBE JACAREÍ
Caixa de texto: Nosso negócio é lama

Quem não se lembra do Jacaré na Lama?

Veja nossa história em “ Sobre o Jeep Clube”.

É assim:

 

Você percebe, aos poucos e por pequenos detalhes, que é proprietário de um conceito e não de um carro.

Para no posto de gasolina e o frentista: - Bacana, hein doutor? É 4x4? Sobe até em parede. Lá na roça eu andava muito em um de meu tio.Vai no eletricista e entra uma velhinha, tia do dono da oficina: - Olha! Andei muito num destes quando era nova, na fazenda de meu pai! Que saudade!

Você estaciona na garagem do prédio de sua mãe e quando olha da janela seu carro virou Playground, com as babás conversando tranquilamente e em paz, enquanto os pimpolhos ligam e desligam todos os botões, dão pulos nos bancos e agarram o volante, sacudindo para frente e para trás!...

Leva o bruto para trocar a borracha do vidro e acaba montando o quadro do pára-brisas porque os funcionários não sabem como fazer e começam a montar errado...

Leva para alinhar e acompanha o serviço todo, explicando que a rosca é contrária, não adianta dar porrada!...

Sua garagem tem sempre uma manchinha de óleo e sempre você escuta relatos de como pode fazer sua reduzida parar de vazar.

Parado no trânsito, tem sempre uma criança no carro da frente que te aponta e fala alguma coisa com o pai, que te dá uma conferida pelo retrovisor.

Sua filha adolescente se recusa a ir para escola nele, pois seu cabelo fica "com cheiro de jipe"!

Sua esposa acha que você é um maníaco - provavelmente ela tenha razão.

De vez em quando tem a tentação de mudar tudo e fazer dele um Frankstein, com outro motor, outra caixa outro tudo, mas depois da primeira cerveja, se acalma e percebe que é bom andar devagar e olhando as coisas, é como se ele fosse um freio ao stress diário, um canal que muda sua freqüência de AM para FM e te prova que podemos viver com menos pressa... Afinal você não consegue ultrapassar o limite dos radares!... Os outros motoristas te ultrapassam velozmente, com olhares raivosos, pelo menos essa é a impressão... Você segue tranqüilo observando a paisagem, seja da cidade ou do campo. Pressa de chegar? Se tiver pressa, não chega. E se tiver compre um desses modernos, com preço de apartamento de zona sul, que não se sabe se é para ir para festas a noite, demonstrar status ou andar no mato. Ele foi projetado para um país e época mais calmas, com menos asfalto, mais bucólico.

No sábado, quando você abaixa a capota e leva a meninada para um passeio no mato, surgem várias lembranças - agora, as suas. É um conceito, não um carro. E fique tranqüilo, se ele te deixar na mão em algum lugar inóspito, tendo uma Silver Tape, um Durepóxi e um arame, provavelmente você voltará para casa e o entregará aquele antigo mecânico de confiança, na segunda-feira de manhã.

 

É isso, você tem um Jeep....

 

Para falar conosco:

JEEP CLUBE JACAREI

 

 

Atualizado em: 07/12/2008

Mais um pouco de história e conhecimento:

 

A HISTÓRIA DO PROCESSO DE NACIONALIZAÇÃO DO JEEP - CJ - 5

 

Até 1945, o Brasil ainda era muito atrasado em termos de mercado automobilístico. Naquele tempo, o que se via nas ruas eram os bondinhos, calhambeques e jardineiras – uma mistura de carroça com ônibus. Foi exatamente nesta época, que os Jeep Willys começaram a aportar em nossas terras. Era apenas o começo de uma grande evolução que mudou a realidade de toda a nação.

A 2ª Guerra fazia as últimas vitimas quando os primeiros Jeep Willys e Ford passaram a rodar por aqui. A missão original desses veículos era equipar o nosso exército , que fazia parte do bloco dos países aliados.

Naquele período, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 foram importados diretamente dos Estados Unidos, de onde saiam parcialmente desmontados da Willys Overland, localizada na cidade de Toledo, Estado de Ohio.

Foi assim com todos os CJ-2A (1945 - 1949), CJ-3A (1948 – 1953), CJ-3B (1952 – 1964) e CJ 5 (1954 – 1969). Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos veículos, os Jeep tinham os parafusos pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu Brasil. O restante do carro era mantido original.

Em 1951, a Willys passou a montar o Jeep no País e em 26 de abril de 1952, foi fundada a Willys Overland do Brasil, empresa que deu continuidade e ampliou o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a marca apresentou o Jeep Universal modelo nacional, com 65 % dos componentes nacionalizados. Na virada de 1958 para 1959, os primeiros Jeep totalmente brasileiros começaram a ser fabricados. É interessante o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam a o desenho da caixa de rodas traseiras em formato redondo, seguindo o padrão norte-americano. Ao contrário do que muitos imaginam, nem todo CJ-5 do final da década de 50 e que possuí caixa de roda redonda, é importado. No mesmo período, o motores 6 cilindros BF-161 substituíram os antigos “Hurricane” de 4 cilindros.

Em 1960, a Willys, inaugurou a primeira fábrica de motores do Brasil, localizada em Taubaté-SP, chamada simplesmente WILLIS OVERLAND MOTORES. Era um período de revitalização da industria nacional do progresso, do nascimento de Brasília. O ufanismo era comum e a grande vedete do automobilismo era a Willys.

Para um país sem tradição automobilística, a produção da marca foi expressiva. De 1957 até 1961, foram produzidos 122.610 Jeep, o que indica media anual superior a 24 mil unidades.

A necessidade de atender com mais agilidade o ávido mercado de utilitários fez com que a marca inaugurasse uma fabrica em Pernambuco, especificamente na cidade de Jaboatão, em 14 de julho de 1965. O Jeep que saia das instalações desta fabrica tinha as portas feitas de madeira e recebia o carinhoso apelido de “chapéu de couro”.

Em 1967, a Ford comprou a Willys e exibiu interesse em galgar posições mercadológicas. A francesa Renault era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que detinha os direitos da marca Jeep nos Estado Unidos. Após várias negociações, a Renault ficou com a IKA (Industria Kaiser de Argentina), comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negocio foi fechado em 15 de outubro de 1967.

A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep; CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 – a nova proprietária ficaria com o domínio do ambicioso projeto “E”, conhecido pouco tempo depois, como Corcel.

Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas determinou o nome Ford/Willys do Brasil, passando para apenas Ford do Brasil, em 30 de maio de 1972.

Em 11 de julho de 1975, foi introduzido o motor Ford Geórgia OHC de 4cc nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizadas, utilizado desde o final dos anos 60, deixou esses carros mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começou a ser equipado com esse motor.

Em 25 de abril de 1978, o Jeep atingiu o número de 200 mil unidades produzidas. Em toda a trajetória brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores:

- o “Hurricane” - americano, de 4 cilindros e 70 hp, presente até 1959

- o “BF-161”, de 6 cilindros, de 90 hp a 4.000 rpm, de 1959 até 1975

- o “Ford Geórgia OHC”, de 4 cilindros, de 83 hp a 4.600 rpm, de 1975 até 1983, sendo que em 1982, foi lançado a versão álcool do propulsor OHC.

Além do CJ-5 – renomeado U-50 na era Ford, também foram fabricados os modelos CJ-6, de chassi alongado mais conhecido como “Bernadão”, de duas e quatro portas.

Em 1983, a Ford considerou o projeto do Jeep como obsoleto e, em abril daquele ano foi interrompida a produção do veterano, o que abriria uma verdadeira lacuna, até hoje não preenchida totalmente.

Hoje, o nome Jeep é sinônimo de um carro forte e de estilo único e inconfundível. O legado do imortal modelo é mantido por milhares de admiradores, que fazem de tudo para manter esses incríveis 4x4 em perfeito funcionamento, seja em estado original ou com incríveis transformações mecânicas.

 

Verdade ou mentira. Defeitos do Jeep:

 

O Jeep tem 2.000 defeitos, mas você que gosta elimina 1.980. Eis os 20principais defeitos!

 

Þ Esterça pouco,

Þ Entra água,

Þ Em estrada de terra entra pó,

Þ Não oferece conforto,

Þ Limpador de pára brisa não funciona,

Þ Direção sempre com xime,

Þ Freio sempre com defeito,

Þ Vazamento do mancal traseiro do motor,

Þ Câmbio ronca em velocidade,

Þ Cardan dianteiro sem roda livre vibra muito,

Þ Cheiro de gasolina no interior do veículo,

Þ Dificuldade de encontrar peças,

Þ Peça muito cara,

Þ Velocidade máxima de 75km/h,

Þ Dificuldade de encontrar mecânico,

Þ Não fabrica mais,

Þ Gasta muito combustível,

Þ Freio de mão nunca funciona,

Þ Roda livre sempre com defeito,

Þ Lataria muito barulhenta.

 

Mas tem sempre um dono que o adora!!!

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